Diário

Estilos e métodos de escrita


29 mai

Estilos de escritas

Métodos de escrita

 

Qual é o seu?

Coragem com Boaventura de Sousa Santos


25 mai

Jantar de confraternização das Aulas Magistrais 2019 ministradas pelo professor Boaventura de Sousa Santos no CES em Coimbra, Portugal. Aula 4 – 24 de maio 2019- “A religião, a espiritualidade e a política. O fim da era secular e o princípio de quê?”
Wagner Merije apresenta o poema “Coragem”, de sua autoria, cujas palavras conversam com temas debatidos por Boaventura, que assiste com um belo sorriso no rosto, junto de professores e investigadores de vários países.

Vídeo por Célia

Poesia sem vergonha


10 abr

Poesia Setúbal_Raquel Lima_Merije_Gigas +

A Raquel Lima vem de Coimbra até Setúbal e traz consigo uma bagagem já bem pesada no mundo do spokenword, iniciada em 2010. A sua presença em palco põe-nos a pensar. Vão lá ao YouTube para ver que não estamos a mentir. E depois venham à Casa do Largo mais uma vez, para ouvi-la a ela e aos seus convidados e convidada: Alexandre Gigas, Apolo de Carvalho, Luciana Carmo e Wagner Merije.

ENTRADA LIVRE

Este é o segundo evento Poesia sem Vergonha. Em janeiro tivemos a Casa cheia com o Isma XG e convidados/as. Ao longo de 2019 ainda haverá mais dois momentos. Fica atento/a ao Facebook e Instagram (@juventudesetubal) ou subscreve a newsletter mensal em http://juventude.mun-setubal.pt.

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Raquel Lima é poeta e artista de spokenword nascida em Portugal, com mãe angolana e pai são-tomense. Publicou a sua poesia em várias línguas (fanzines, antologias literárias, revistas de literatura experimental, etc.) e organiza oficinas de poesia desde 2011 em escolas, associações culturais e sociais, festivais e outras instituições, destacando o ‘Workshop de Poesia e Género: para uma escrita poética interseccional’ dinamizado em Tartu (2013), São Paulo (2017), Coimbra, Curia e Vigo (2018). Participou em vários eventos nacionais e internacionais dedicados à literatura, spokenword, tradição oral, contadores de histórias e poesia em Portugal, Itália, França, Polónia, Reino Unido, Bélgica, Estónia, Brasil, Espanha, Holanda, Suécia, Suíça, São Tomé e Príncipe entre outros países. Fundou a associação cultural Pantalassa (2011) focada na arte-educação e no artivismo e foi Coordenadora Geral e Diretora Artística do PortugalSLAM – Festival Internacional de Poesia e Performance (2012-2017). Raquel é também estudante de Doutoramento em Pós-Colonialismos e Cidadania Global no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, e a sua investigação centra-se em oratura, raça, género e movimentos afrodiaspóricos.

youtube: https://www.youtube.com/channel/UCf9_pfu-kr9y9CMRCCztNQQ?view_as=subscriber

outros videos: https://portugalslam.com/equipa/raquel-lima/raquel-lima-videos/

Alexandre Gigas é poeta, performer e editor. Tem cinco livros publicados, crónicas, textos ficcionais e poemas em vários jornais e revistas. Autor dos folhetins «Mosto» e “ANARKITEKTURA”. Integra a Rádio Universidade de Coimbra, onde trabalha em programas sobre literatura, poesia e arte. Tem participado em Festivais Internacionais de Performance.

Apolo de Carvalho é estudante na grande universidade da palavra ensinada à sombra dos Baobás”. É nesta frase do cunho de Amadou Hamapté Bá, que se define Apolo de Carvalho. Nascido em Cabo Verde, país de pedras e poetas, escreve o que chama de textos poéticos, recusado porém, ser chamado de poeta. Afirma que, a poesia emana do povo que formula e fornece toda a matéria-prima, a ele somente toda autoria e o título de poeta. A sua escrita poética, é militante e engajada. Procura por textos vulcânicos, violentamente emancipadores. Escreve sobretudo na sua língua materna, o kabuverdianu.

Luciana Carmo é artivista voltada às minorias políticas, poeta, gestora cultural e performance griot. Campeã do SLAM Coimbra 2017. Foi co-organizadora e curadora da cimeira cultural The Art of Organizing Hope – New Narratives for Europe, 2017 onde encenou a performance PANTÃ – O Eterno Retorno do Encontro, peça mobilizada em relação à luta dos povos originários brasileiros.

Wagner Merije é poeta, escritor, editor, jornalista, compositor, gestor cultural e educador, envolvido com projetos ligados à educação, literatura, música, cinema/vídeo, fotografia, dança e teatro. Tem trabalhos apresentados em vários países e alguns prêmios na bagagem. Publicou os livros Mexidinho (2017), Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres (2017), Cidade em transe (2015), Viagem a Minas Gerais (2013), Torpedos (2012), Mobimento – Educação e Comunicação Mobile (2012) – finalista do Prêmio Jabuti 2013, e Turnê do Encantamento (2009). É doutorando na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.


No âmbito da rubrica Quarta do Meio da Casa do Largo – Pousada da Juventude de Setúbal

Coimbra Cidade Livro Aberto


30 mar
Oh! Safo_Foto Wagner Merije

Oh! Safo_Foto Wagner Merije

 

Mostra fotográfica que revela um pouco de Coimbra através das imagens e suas entrelinhas.

Um descortinar de olhares sensíveis e visões particulares.

Participam Felipe Vieira, Marcela Uchoa, Mick Maxwell, Susana Elaine, Bruno Macêdo Mendonça, Ana Baptista, Wagner Merije

 

 

“O verdadeiro fotógrafo, como de resto qualquer artista, deve escolher o caminho com o coração e nele viajar incansalvemente, contemplando como pessoa inteira tudo o que é vivo. Absolutamente íntegro, sem propósito alcançar, sem submissão a regras e fórmulas, sem necessidade de parecer brilhante ou original, só assim autêntico e livre pode captar o espírito criador em movimento. Aquele que mergulha na viagem do ver tem que estar com as portas da percepção sempre abertas, sabe que diante do eterno precisa esquecer de si próprio. A criação é o que importa, caminho de conhecimento, poderosa arma de encontrar o mundo. O ato criativo é contínuo e sem fim, a prática sempre renovada de contemplar humaniza a visão, anula verdades, permite a inventividade, realça o eu interior. A recompensa é a experimentação mística do encontro com a beleza. O fotógrafo sente neste momento fulgaz algo parecido com o satori zen budista, um momento de revelação, um indefinido e maravilhoso prazer. Nessa respeitosa relação consigo mesmo, o fotógrafo cria algo de original com espontaneidade e fluência, o observador se confunde com a coisa observada, o vazio se instaura, o que estava contido volta a pulsar, o que antes era pressentimento agora é realização. A pureza do seu diálogo, por mais fotos que faça, por mais poeira que tire dos olhos, continuará andando solitário com sua câmera, mas ele também sabe que está aprendendo outra arte bem maior, a arte de não ser coisa alguma, de não ser mais que o nada, de dissolver a si próprio no vazio entre o céu e a terra.”

Fernando Pessoa

 

LOCAL: Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra

Entrada do Anfiteatro III – 4º Piso

DATA: 05/04/2017 a 30/04/2018

 

 

21ª Semana Cultural da UC – Caminhos

Agradecimentos: Universidade de Coimbra, Equipa da Semana Cultural da UC, FLUC, colaboradores e amigos.

Idealização: Aquarela Brasileira Multimedia

Todos os caminhos levam a Coimbra


25 mar
Camões redivivo_pb_Foto Wagner Merije

Camões redivivo_pb_Foto Wagner Merije

Curta-metragem com histórias de criadores que habitam o imaginário desta que é uma das cidades mais enigmáticas de Portugal e do mundo.
Com pitadas de mistérios e magia, pois “imaginar é sonhar”, como escreveu Almeida Garrett, é um misto de documentário com ficção.
Este filme não é uma tentativa de contar a história de uma cidade, mas é, antes, uma forma livre de demonstração de carinho, uma via de experimentar suas utopias criadoras, nas palavras do Professor Doutor José Bernardes, que participa com depoimentos peculiares e profundos.
Lembrando Camões, que toma corpo e alma na tela, “a verdadeira afeição na longa ausência se prova”.

Segundo Jacques Ranciere, “o cinema tem provado que a forma documental, na qual se organizam fatos comprovados, implica em invenções ficcionais mais ricas do que as necessárias para se criar uma ficção plausível. E o cinema mais interessante hoje é aquele que embaralha documento e ficção. A ficção não é o oposto da realidade, mas a construção de um senso de realidade”.

Duração: 16’13”

APRESENTAÇÕES AGENDADAS
Liquidâmbar – Praça da República nº28 1ºandar – Coimbra
Datas: 02, 03 e 04 de abril de 2019 – 21h00 –

Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra – Anfiteatro III – 4º Piso
Data: 03/04/19 – 10H00 – 13h00

Apresentações seguidas de debate

21ª Semana Cultural da UC – Caminhos

ELENCO
Camões, Paulo Branco Lima (Camões redivivo), José Bernardes, Poeta G, Élia Ramalho, Antero de Quental, Florbela Espanca, Minerva, Almeida Garrett, Eça de Queirós, Alexandre Herculano, Marquês de Pombal, Infante D. Henrique, Nun’Álvares Pereira, Tito, Loba do Capitólio, Penélope, Vitória de Samotrácia, Ulisses, D. João V, Gil Vicente, Fernando Pessoa, Freddie Mercury, E.T.

POEMAS
“Canção IV” – Camões
“Charneca em flor” – Florbela Espanca

TRILHA SONORA
“Eine Kleine Nachtmusik, K. 525: III. Menuetto – Allegretto” – Wolfgang Amadeus Mozart
“Conhecer Alice” – Merije / Jamphel D
“Pontes” – The Grauº
“Sinfonia Nº 2 (Minueto – Allegro)” – João Domingos Bomtempo
“Viajante das galáxias” – Merije / Jamphel D

EQUIPA TÉCNICA
Gravações de áudio: Vasco Otero / RUC
Câmeras: Aquarelistas
Edição: Daniel Quintela
Produção: Aquarela Brasileira Images
Roteiro & Direção: Wagner Merije

AGRADECIMENTOS
Universidade de Coimbra, 21ª Semana Cultural da Universidade de Coimbra – Caminhos, José Augusto Cardoso Bernardes, Teresa Baptista, Grau, Paulo Branco Lima, Vasco Otero, Élia Ramalho, RUC, Domingues Pinto, Erick Morris, Roberta Scatolini, Dora Merije Scatolini Araujo, elenco, colaboradores e amigos.

INFORMAÇÕES
faleaquarela@gmail.com

Voyagers Descaminhos do Improviso


18 mar

Voyagers

 

Encontro de pessoas, versos e sons, com liberdade, com carinho, com respeito à diversidade.

Momento de sentir, ver, ouvir, falar, tudo em harmonia.

Cada participante traz referências para somar, para partilhar, para experimentar com o público.

Interartes.

Participam Paulo Branco Lima, Júlio Martins – Risko, Lucerna do Moco, Rita Gomes, Pedro Vaz, Lanna Santos, Wagner Merije +++

 

Ao ar livre, entrada livre, participação livre. É primavera!!!

 

Data: 23/03/2019 – 17h – Free

 

CAPC CÍRCULO DE ARTES PLÁSTICAS DE COIMBRA

Círculo Sede – Rua Castro Matoso, n.º 18, 3000 – 104 – Coimbra – Portugal (ao pé das Monumentais)

 

 

21ª Semana Cultural da UC – Caminhos

Agradecimentos: Universidade de Coimbra, Equipa da Semana Cultural da UC, CAPC, Catarina Bota Leal, colaboradores e amigos.

Idealização: Aquarela Brasileira Multimedia

 

 

Pequenos Grandes Caminhos


15 mar

Pequenos Grandes Caminhos_Detalhe_20190321

 

Mostra de artes que tem como mote os caminhos que as crianças trilham com seus pais, avós e familiares para chegar à escola.

São representações visuais que mostram a diversidade de caminhos nas vidas de todos nós.

Uma criação conjunta das crianças do Jardim de Infância dos SASUC, com muito carinho e criatividade. Participam Leonor, Sofia, Madalena, Pilar, Joaquim, Clara, Júlia, Pedro, Mafalda, Maria Inês, Rita, Rebeca, Henrique, Guilherme, Maria Rita, Inês, Dora

Apresentada, primeiramente, no Hospital Pediátrico, permite-nos perceber o hospital para além de sua finalidade de acolhimento de doentes, mas também como um local de convívio de pessoas diversas, de encontros, de aprendizagem, de amor, de esperança, de cura pela arte.

Arte em espaços não convencionais, aberta ao público.

Valorização dos saberes e talentos das crianças.

 

Em seguida, as criações serão apresentadas nas dependências do Jardim de Infância do SASUC.

 

Local: Hospital Pediátrico da Universidade de Coimbra (Entrada pelas Consultas Externas) –Av. Dr. Afonso Romão, 3030

Período: De 21/03/2019 a 10/04/2019

Horário: 8h30 às 17h00

Informações: faleaquarela@gmail.com

 

21ª Semana Cultural da UC – Caminhos

Agradecimentos: Universidade de Coimbra, Equipa da Semana Cultural da UC, Equipa do JI SASUC, Joana Vila Nova, Raquel Maricato, Nuno Freitas, Odete Gonçalves, Equipa do Hospital Pediátrico do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), Dra Salomé Marques, Elisa Martins, Lucio Oliveira, colaboradores. e amigos.

Idealização: Aquarela Brasileira Multimedia

Concepção: Wagner Merije

Assim na Terra como no Céu


12 mar
Camões redivivo_color_Wagner Merije

Camões redivivo_color_Wagner Merije

 

Mostra de artes plásticas que busca recriar parte do imaginário de grandes personalidades de Coimbra em fusões com elementos da cultura portuguesa.

Uma livre interpretação pictórica de um rico universo de histórias e simbolismos.

Participam Pedro Góis, Catarina Bota Leal, Domingues Pinto, Élia Ramalho, António Azenha, Lobo e Wagner Merije

 

Inauguração: 19/03/2019 – 18h30 – 20h30

Visitas: 20/03 a 12/04/2019 – Seg – Sex: 9h30 às 12h30 e 14h00 às 18h00

 

Local: Casa da Escrita

Rua Dr. João Jacinto Nº 8, Sé Nova – Coimbra/Portugal

Tel: 239 853 590

Site: www.casadaescrita.cm-coimbra.pt

Email: casadaescrita@cm-coimbra.pt

 

 

21ª Semana Cultural da UC – Caminhos

Agradecimentos: Universidade de Coimbra, Câmara Municipal de Coimbra, Casa da Escrita, amigos e colaboradores.

Idealização e produção: Aquarela Brasileira Multimedia

 

 

 

PALAVRAS, PESSOAS, ARTES

 

Palavras que são reinterpretadas.

Das palavras nascem ideias e diálogos e junto o desejo de trazer as pessoas que admiramos para o nosso convívio mais próximo. É uma demonstração de respeito, de carinho, é como querer que elas estivessem presentes agora, entre nós, e não só no passado. Pois suas mentes criativas continuam a nos estimular a ir além, por nós e por elas.

Somos todos multifacetados! Há nesta mostra um enfrentamento de linguagem pelos criadores, em uma dinâmica que projeta palavra e vida em imagens e formas.

Lembrando Walter Benjamin, existe uma linguagem da escultura, da pintura, da poesia, e essas estão fundadas em outras. Toda obra de arte possui um ideal a priori, carrega em si uma necessidade de existir, cabendo ao crítico evidenciar, justamente, essa necessidade e nenhuma outra.

Assim na Terra como no Céu está fundada em um olhar coletivo, o que faz com que a tarefa de delimitar seu significado, ou concebê-lo de forma precisa, não seja fácil. O elo entre quem aprecia a obra e a obra se dá pela relação de sentidos. E aqui eles são múltiplos!

Wagner Merije

Manifesto da Abundância


24 jan

Sobre amor às artes, expertise e atenção…
E sobre…
E sobre ser escolhido e escolher fazer arte…
E sobre escolha ou condenação…
E sobre educar e aprender…
E sobre a Academia…
E sobre a Língua Portuguesa…
E sobre respeito e convivência com a diversidade…

E sobre… nós…

nós

 

Nisto acreditamos…

 

Prosperidade!

O universo é abundante de recursos, de bondades e recompensas.

 

Reconhecemos na linguagem da arte a pluralidade de sentidos como traço definidor.

O mundo é uma obra aberta.

Vamos expandir nossas fronteiras, vamos romper com os paradigmas.

 

O sol há de brilhar mais uma vez.

O amor será eterno novamente.

 

Raios


21 jan

Princesa dos raios,

princesa dos raios,

tempo bom,

tempo ruim…

 

Foto: Wagner Merije

Foto: Wagner Merije

Foto: Wagner Merije

Foto: Wagner Merije