No cactus cromo-tecnológico tirando poesia das máquinas

10 dez

A partir de Paulo Freire: ” (…) não estou no mundo para simplesmente a ele me adaptar, mas para transformá-lo… não é possível mudá-lo sem um certo sonho ou projeto de mundo; Devo usar toda possibilidade que tenho para não apenas falar de minha utopia, mas participar de práticas com ela coerentes (…)”

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No cactus cromo-tecnológico tirando poesia das máquinas
Festival Visual Brasil – Barcelona, Espanha, 2012
Foto: Bia Ferrer