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Revista ECCOM – Edição 100 anos Saramago


17 jun

ECCOM

Está on line a revista ECCOM – Educação, Cultura e Comunicação nº 25, Edição Especial 100 anos de José Saramago, onde está publicado um artigo de minha autoria Reflexões sobre a falta de lucidez no estado distópico de José Saramago.

Artigo: http://fatea.br/seer3/index.php/ECCOM/article/view/1944

Acesse a Revista em http://fatea.br/seer3/index.php/ECCOM

https://issuu.com/cadic.adm/docs/v_13_n_25_especial_2022

 

Diseurs – Identidade, Expressão e Tempo da Voz Poética


13 jun

Diseur (do francês) é a pessoa que recita, fala ou declama poesia. Este documentário reúne diseurs de Portugal e Brasil em performances que tratam da identidade, da expressão e do tempo da voz. O resultante é uma curta-metragem sobre a beleza das vozes que se dedicam a interpretar ideias, miragens e delicadezas.

Elenco
António Carlos Cortez
Aurelino Costa
Elisa Lucinda
João Diniz
Lia Testa
Maria João Cantinho
Vanda Ecm
Wagner Merije

Equipa

Realização: Aquarela Brasileira Images

Produção: Aquarelistas

Roteiro: Wagner Merije

Direção: Wagner Merije & Gustavo Pains

Agradecimentos
Universidade de Coimbra, 3.ª edição do Ciclo de Teatro e Artes Performativas – Mimesis, Delfim Leão, Teresa Baptista, António Carlos Cortez, Aurelino Costa, Elisa Lucinda, João Diniz, Lia Testa, Maria João Cantinho, Vanda Ecm, Dora Merije, Carlos Costa, aos familiares, a você.

www.aquarelabrasileira.com.br

Brasil e Portugal: Uma paradidática da História


05 mai

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Podíamos dissertar sobre as “ralações” entre Brasil e Portugal, mas será mais diplomático e simpático considerar que, nos imbróglios de uma relação longa, violenta, muito tormentosa e amarga, tem existido motivos para festejar e aproximar os povos dos dois países. E convém lembrar que o Brasil acolheu, depois da sua independência, muitas levas de emigrantes que foram para ganhar a vida e ali ficaram prisioneiros do gostoso fascínio ou, então, regressaram para se alçarem a outros voos. Aconteceu com o meu avô materno, Manuel António Pires, há mais de um século, que aqui homenageio, porque voltou ao Alto Minho com as ideias bem mais vastas e arejadas.

O livro de Wagner Merije não escolhe exclusivamente empatias nem contorna crueldades, porque a opção foi a de mostrar, tanto quanto possível, factos objetivos, apresentados sem complexidade teórica, mas com o sentido pedagógico de ser claro na explicação da formação social brasileira e na constituição do patriotismo abrangente, sublinhando o processo de exclusão e marginalização de largas maiorias étnicas, indígenas, afro-brasileiras ou outras. Acredito que o livro foi pensado para ser lido sobretudo pelos portugueses e, por maioria de razões utilitárias, pelos estudantes e outros leitores que demandam Portugal para estudar e viver, incluindo os imigrantes e estudantes Erasmus, já que, na senda de tantos brasileiros ilustres, também Wagner Merije veio até Coimbra – talvez, quem sabe?, para além de fazer um doutoramento – num gesto (in)consciente de se encontrar com as “raízes” fulcrais da constituição do seu próprio ser, como sujeito, cidadão e sonhador.

O facto de ser mineiro talvez ajude a explicar o caráter bastante central da sua indagação desde a Inconfidência Mineira, e do que ela representou como charneira para o surgimento do novo país no novo (antiquíssimo) mundo, até à República, principalmente. Acresce ainda outro motivo de interesse para esta edição aqui no retângulo e suas ilhas ao largo do Atlântico, que é haver insuficientes publicações deste género, em Portugal, ou mesmo inexistentes, destes pequenos manuais de iniciação histórica ao Brasil, do seu processo de engrandecimento, que sejam ainda mais breves, simples e factuais do que aqueles à maneira de Bueno ou de Priori.

Nunca se pode esquecer que o Brasil é um país-quase-continente, subcontinental, gigante para a noção portuguesa, e, portanto, convém tomar sempre em linha de conta que somente foi possível manter essa colónia através da opressão (da humanidade) de outras etnias, do extermínio de populações primogénitas e da construção violenta de uma nova nação à custa de repressão e imposições imperiais, em todos os domínios, mas sobretudo quanto ao trabalho da escravidão e do trabalho assalariado de mão-de-obra baratíssima, que incluiu também milhares e milhares de imigrantes. Portanto, sem amaciar a virulência da história, das suas tragédias, este livro pretende igualmente chamar a atenção – creio que mais dos leitores brasileiros – para o contributo incontornável da colonização portuguesa no que tangeu ao erguer de um novo Estado-nação, com uma unidade visivelmente invejável por parte dos seus vizinhos de língua espanhola. Merije usa o termo de “matriz” para essa base de apropriação do território, estabelecimento do poder imperial e imposição de uma cultura oficial, dominante – no sentido de poder económico, político e social -, que, através dos vários ciclos económicos e criação de capitanias, forjou uma comunidade imaginada de pessoas, grupos sociais, económicos e culturais supostamente criadores e herdeiros de uma nova ordem proclamada, finalmente, como sendo o Brasil, após outras designações e vicissitudes formidáveis.

Como tudo no Brasil tende para o gigantesco, o excessivo e a impulsividade, desde a quantidade de cidadãos à extensão dos Estados da Federação, passando pela música e outras artes, sem esquecer, nunca, a capacidade produtiva da indústria, do comércio e da agricultura, assim como a ação política, as catástrofes, o crime, a violência policial, a fome ou o desmatamento da Amazónia, compreende-se que Merije tenha desejado explicar – sem o afirmar de modo explícito – que o Brasil atual é o resultado (o ponto de chegada) de séculos de violência e de apropriação galopante das riquezas da colónia e do país pelos poderosos mandatados pela Coroa e, depois, pelas oligarquias e burguesias possidentes, que foram administrando a seu bel-prazer o que, na verdade, não lhes pertencia, mas que agarraram com ambas as mãos fincadas no poder das armas.

O livro, organizado em parágrafos curtos ou, no máximo, com três ou quatro páginas, apresenta-se como um volume de factos históricos que ajudam a explicar o Brasil, contendo algumas curiosidades habitualmente desconhecidas do chamado grande público e até aspetos mirabolantes das ligações entre o Brasil e Portugal, mas que sugerem pontes a retomar, pontos a desenvolver, contrapontando, por vezes, com a malícia da narração histórica, surpreendentes oposições que mais parecem interligações de amor-ódio.

Não deixa de ser um preito ao pequeno país da orla ocidental da Europa que se atreveu, pela necessidade e ganância, a fincar os pés na terra-longe e criar as bases de uma nova pátria. Que o seu trabalho contribua para a compreensão e aproximação entre os povos, no que parece ser um modo de reconhecimento das familiaridades envolvidas neste nosso processo histórico, de que devemos cultivar a memória esclarecedora.

Coimbra, 25 de abril de 2022.

Pires Laranjeira, n. em 1950, em Melgaço, mas foi criado em Rio Tinto e no Porto. Professor Jubilado (2020) e Membro vitalício da Universidade de Coimbra (onde lecionou durante 40 anos), é investigador do Centro de Literatura Portuguesa/FCT (FLUC). Dedicou-se principalmente aos estudos de literaturas e culturas africanas, desde há 50 anos. Jornalista, crítico e ensaísta, publicou centenas de textos, desde 1965, em mais de 130 revistas, jornais e livros publicados em vários países, com traduções em diversas línguas, desde o francês, inglês, espanhol e alemão, ao hindi, coreano e mandarim. Publicou vários livros de estudos, destacando-se: Antologia da poesia pré-angolana (1976), Literatura calibanesca (1987), De letra em riste (1992), A negritude afric. de língua portuguesa (1995), Literaturas afric. de exp. portuguesa (org.) (1995), Negritude afric. de língua portuguesa. Textos de apoio (1947-1963) (2000), Estudos afro-literários (2001), Cinco povos, cinco nações. Est. de lit. afric. (org.) (2007), A noção de ser. Textos escolhidos sobre a poesia de Agostinho Neto (org.) (2014). Autor de livros de poesia, expôs desenhos e fotografias e participou na organização de programas de divulgação de literatura na rádio e televisão, colóquios e conferências, júris literários e recitais, sobretudo em Portugal, Brasil, Angola e Espanha.

*Datas de lançamento e apresentação serão anunciadas em breve

VAMOS CONVERSAR com Aurelino Costa


28 mar

Redes Sociais_Vamos Conversar_Aurelino Costa

VAMOS CONVERSAR é uma série de conversas com personalidades da literatura

No dia 14 de abril de 2022 o Centro Cultural Penedo da Saudade, do Instituto Politécnico de Coimbra, dá prosseguimento ao projeto Vamos Conversar, um ciclo de conversas e debates com personalidades da literatura.

O convidado de abril é Aurelino Costa, poeta, diseur, actor e jurista.

O projeto visa estimular reflexões sobre a cultura e a educação, dar ao público oportunidade de conhecer a obra e o pensamento de grandes escritores, e que o debate gere conhecimento e transformação. Já participaram como convidados os escritores Onésimo Teotónio Almeida, Richard Zimler, Joana Bértholo, Maria João Cantinho, António Carlos Cortez, Elisa Lucinda, Rosa Oliveira, Minês Castanheira, Carlos Nuno Granja e Ana Ventura.

Trata-se de uma realização do Centro Cultural Penedo da Saudade e co-organização da Aquarela Brasileira Multimedia, com mediação de Wagner Merije.

Vamos Conversar – Literatura, Corpo e Voz: Uma conversa com Aurelino Costa

Dia: 14 abril de 2022 – Quinta-feira – Hora: 18:00 (Hora de Lisboa)
Com transmissão em directo para todo o mundo pelo facebook do Centro Cultural Penedo da Saudade: www.facebook.com/centroculturalpenedosaudade

Pode participar no Zoom através do link http://bit.ly/3txs4Qa com o ID 843 1686 0443 e Senha de acesso 324968

 

Sobre o convidado
Aurelino Costa nasceu em Argivai, Póvoa de Varzim, em Dezembro de 1956. É licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.

 
ObraPoesia Solar (1992); Na Raiz do Tempo (2000); Pitões das Júnias, com ilustrações de Anxo Pastor, (Ed. Fluviais e Galeria Arcana 2002 e Ed. Bluebook 2020); Amónio (2003), 2ª edição (bilingue, castelhano-português) tradução de Sílvia Zaias (2006); Amónio, 3ª edição, Edições Húmus, Fev/2022; Na Terra de Genoveva (2005); Domingo no Corpo (2013); Gadanha, Ed. Modo de Ler (2018), nomeado para Prémio Autores SPA/2019, na categoria de Literatura- Melhor Livro de Poesia.
Antologias: hotel ver mar, (bilingue Português-Alemão) tradução de Michael Kegler (2009); Portuguesia ContraAntologia (2009); Pegadas (2011); Corté la naranja en dos, tradução de Fernando Reyes (2012); Amado Amato (2012); A Arqueologia da Palavra e a Anatomia da Língua (2013); Cunhal/Cem anos/100 palavras (2013); De voz dada, Porta XIII, Amália e os Poetas (2013); Barricadas de Estrelas e de Luas(2013); Antologia Poética Clepsydra (2014) ; Chão de Brinco poesia (2016/ 2017), “O Povo, meu poema te atravessa – Antologia poética de língua portuguesa – Ed. Modo de Ler – (2018); “Luvina, 93” – Guadalajara – Travessía Portugal – Ed. Universidade de Guadalajara (2018); “O Sol é Secreto” – Poetas celebram Eugénio de Andrade (Póvoa de Atalaia, 2019); “O Sangue dos Rios”, Poetas celebram Fernando Namora  (Fundão, 2019); “Devir” nº 6, Revista Ibero – Americana de Cultura (Ed. Licorne 2020), “MADEIRO”; Fólios de Poesia I, Ed. Município de Penamacor, 2020, Antologia Digital “Letras desde el encierro”, Ed. PEN Porto Rico Internacional 2021; “OS DIAS DA PESTE”, Ed. PEN Clube Português, 2021; NERVO/12, colectivo de poesia / 2021; ACANTO, Revista de Poesia, nº 4, Dez.2021.
Dizedor: Prémio Mineiro Poético/2011. DiscografiaNa Voz do Regresso, ed. Comemorativa do Centenário de Nascimento de José Régio, com o Maestro António Victorino D’Almeida (2001); Confluência CD Áudio,- Livro do Professor – com Alberto Augusto Miranda (2002); Torga – Poesia, com António Victorino d’Almeida (2009); em gravação“ NOBRE, não Só ”, com o guitarrista e compositor Paulo Vaz de Carvalho.
Narração em:  Miguel Cervantes & las Músicas del Quixote, com Hespérion XXI, sob a direção de Jordi Savall (2006).
Participação no CD Peiwoh na voz da soprano Arianna Savall com o poema Harpa e delírio da água, Ed.Alia Vox (2009).
Documentários fílmicos: Dizedor, em Olhar Coimbra (1993); Olhar Mar (1993/1995) e em Os Braços da Lancha (2015).
Cinema: actor em Netto e o Domador de Cavalos, de Tabajara Ruas, Rio Grande do Sul – Brasil (2008), finalista do Festival de cinema de Gramado.
Actor  em O Tempo e as Bruxas, de António Victorino D’Almeida (2012)
Televisão: actor em “Pianíssimo” e “Sons do Tempo”, de António Victorino D’Almeida.
Associado da Associação Portuguesa de Escritores, Associação Homens de Letras do Porto (ajhlp) e do PEN Clube Português.

Sobre o Centro Cultural Penedo da Saudade
Inaugurado em 18 de janeiro de 2019 e integrado no projeto cultural do Instituto Politécnico de Coimbra, o Centro Cultural Penedo da Saudade tem como objetivo primordial contribuir para o enriquecimento cultural da comunidade deste Instituto numa complementaridade do que é já a produção cultural das suas unidades orgânicas. Também visa promover a partilha de eventos culturais e artísticos em Coimbra, quer através do reforço da divulgação quer, mesmo, através de intercâmbios. Encontra-o na zona do Penedo da Saudade, com uma bela vista da cidade.

Sobre o mediador
Wagner Merije é jornalista, escritor, editor e gestor cultural envolvido com projetos ligados à cultura, educação e meio ambiente em países como Brasil, Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Itália e Estados Unidos. É investigador na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Como jornalista, passou por redes de TVs, rádios, jornais, revistas e sites no Brasil, Inglaterra e Portugal. Escreve para todas as idades e tem 11 livros publicados de poesia, ficção e não ficção, entre os quais estão Conhece-te a ti mesmo – Pensamentos e práticas à procura de novas primaveras (2021), O Cotovelo Kovid (2020), Psyche & Hamlet vão para Hodiohill (2019), entre outros. Como editor, publicou obras de Luís Vaz de Camões, Fernando Pessoa, Florbela Espanca, Mário de Sá-Carneiro, Camilo Pessanha, João José Cochofel, entre outros, e títulos como Coimbra em Palavras, Coimbra em Imagens.

Outras conversas: www.aquarelabrasileira.com.br/vamos-conversar

Informações:

www.aquarelabrasileira.com.br/vamos-conversar-com-aurelino-costa

faleaquarela@gmail.com

Cena Literária – Coimbra, os livros e os seus autores


15 set

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Cena Literária – Os livros e seus autores é um projeto para promover a literatura, os livros e seus autores. A primeira edição em Coimbra conta com uma programação com autores diversos e livros encantadores.

1ª Edição (integrada à Programação do Festival Ilha 12)

Dia 26/09/2021

Local: Grémio Operário de Coimbra

Rua da Ilha, 12 – Sé Velha, Coimbra, Portugal

Entrada livre

 

Programação

Sessão de histórias

Cátia da Livraria Faz de Conto – 11h00 às 11h30 – Entrada livre (inscrição antecipada)

 

Encontro com autores

Anthony Clown – “Personagens de Coimbra” – a partir do romance “Os Segundos Nomes” (Aquarela Brasileira Livros) – 17h00 às 17h30

Vera Pedroso de Lima – “Curiosidades pelas pessoas e as palavras” – a partir do poemário “Dentro de mim” (Edições Icreate, 2021) – 17h30 às 18h00

Paulo Branco Lima – “Raízes ao mundo” – a partir dos romances “Peregrinação Crioula” e “Origem e Ruína” (Aquarela Brasileira Livros) – 18h00 às 18h30

João Rasteiro – “A secura tem os teus olhos a fazer de sol” – a partir da sua antologia “Ofício Poesia: 2000-2020” (Porto Editora, 2021) – 18h30 às 19h00

Mediação: Wagner Merije (Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra)

 

Performance

“Ser Florbela Espanca” é uma performance lítero-cênico-musical inspirado no “Livro de Mágoas” que propõe uma abordagem da humanidade pelo olhar de Florbela Espanca. Com Filomena Ferreira, Rita Gomes, Sónia Gonçalves e Vera Pedroso de Lima – 19h15 às 19h40

 

Feira de Livros (alto patrocínio da Imprensa da Universidade de Coimbra)

 

DJs

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Organização: Grémio Operário de Coimbra

Apoios: União de Freguesias de Coimbra e Be Coimbra

Parceiro institucional: Republica Portuguesa / Cultura

Parceiros media: Diário de Coimbra e Rádio Universidade de Coimbra

Produção: Motivos Alternativos e Aquarela Brasileira

  

Grêmio Operário de Coimbra

Rua da Ilha, 12 (junto ao Largo da Sé Velha)

gremiooperario.coimbra@gmail.com

www.facebook.com/gremiooperario.coimbra

 

V Conferência Internacional José Saramago


19 mai

V Conferência Internacional José Saramago_2020_Cartaz

A V Conferência Internacional José Saramago,”Escrevo para compreender”, aconteceu entre os dias 18, 19 e 21 de dezembro de 2020, em formato semi-presencial no Museu Nacional da Imprensa, na cidade do Porto, Portugal.

Acompanhe a comunicação oral “Reflexões sobre a falta de lucidez no Estado distópico de José Saramago”, apresentada por Wagner Rodrigues Araújo (Wagner Merije)

https://tv.uvigo.es/video/5fff2e0b7f45387b9c736ae7?track_id=5fff3e887f45387e1a51e0f2

Confira as outras comunicações apresentadas:
https://tv.uvigo.es/series/5fe0a1e67f45381ab73b271b

Poesia e Ensaios na Semana do Desassossego


12 mai

Foi uma conversa boa daquelas que aconteceu na IX Semana do Desassossego e II Semana do Desassossego Digital 2021.

O evento, organizado por professores e colaboradores da Universidade de Brasília, aconteceu entre os dias 05 e 08 de maio de 2021.

A mesa-lançamento do Pulso da Palavra aconteceu no sábado – 08 de maio 16:00 (horário de Brasília), 20:00 (horário de Lisboa) e contou com diversos convidados, entre eles, Wagner Merije.

“Pulso da Palavra”

Uma publicação potente, com textos e imagens de enorme qualidade, variedade de estilos e de relevância dos conteúdos, que entrará para a História como um importante documento de reflexão.

“Pulso da Palavra” reúne produções poéticas de professores e de poetas brasileiros e portugueses que, além de apresentarem seus exercícios poéticos (seus poemas), articulam à poesia outras possibilidades de mediações.

Organizada por Eliane Testa, da Universidade Federal do Tocantins -UFT/UFNT, e Wagner Merije, da Universidade de Coimbra – UC, que também são autores, a publicação conta com as participações de Augusto Niemar, Clarissa Macedo, Maria João Cantinho, Roberto Amaral e Telma Scherer. O prefácio é assinado por Ana Clara Medeiros.

O título, segundo Eliane Testa, estabelece um diálogo com um verso de Vladímir Maiakóvski (1893-1930) “Sei o pulso das palavras”, tomado como fio condutor dos diferentes atravessamentos que a poesia convoca pela potência da “palavra”, pelo seu pulsar atemporal, e de um ponto de vista da linguagem, a palavra poética é sempre inaugural. “Ademais”, completa ela, “este título confere ainda uma singela homenagem àquele que é considerado um dos maiores poetas de todos os tempos”.

Em suas 176 páginas este livro traz à luz movimentos que vertem relações entre a criação e a crítica. São práticas artísticas e linguísticas que nos deslocam para pensar/viver as possibilidades de que um mesmo sujeito é capaz de desdobrar frente a um mundo tornado e contemplado por diversas camadas de experiências de si e/ou de eu-Outros.

O e-book encontra-se disponível para o público geral através de download gratuito no link www.aquarelabrasileira.com.br/pulso-da-palavra

Ajude a divulgar este projeto entre seus amigos e suas redes de contatos. Partilhe! Que o conhecimento circule livre e acessível para tod&s.

Boas leituras!!

Coimbra Música Conversas Série


24 nov

 Coimbra Música & Conversas_FINAL

Série de conversas sobre música, formação musical, apoio à cultura e sobrevivência artística em tempos de pandemia, entremeadas por improvisos musicais.

Uma oportunidade de conhecer e valorizar os artistas da cidade, além de manifestar nosso apoio em tempos de pandemia a quem tanto contribui para que nossos dias tenham arte e mais cores.

Quando: 10, 17 e 24 novembro e 01 de dezembro/2020

O projeto Coimbra Música & Conversas é uma realização da Aquarela Brasileira Multimedia para o Ciclo Orphika 2020 da Universidade de Coimbra.

O mediador convidado para esta série é Wagner Merije, doutorando na FLUC, jornalista, poeta, escritor, editor, compositor, gestor cultural e criador multimedia.

Conversa com João Silva_Jorri
www.aquarelabrasileira.com.br/coimbra-musica-conversas-joao-silva-jorri

Conversa com Carlos Mendes_Kaló
www.aquarelabrasileira.com.br/coimbra-musica-conversas-carlos-mendes_kalo

Conversa com Miriam Jorge
www.aquarelabrasileira.com.br/coimbra-musica-conversas-miriam-jorge

Conversa com Júlio Martins_Risko
www.aquarelabrasileira.com.br/coimbra-musica-conversas-julio-martins-risko

Acompanhe a série de conversas no link
www.aquarelabrasileira.com.br/coimbra-musica-conversas-serie

Apoiem os artistas! Cultura é segura!

FLII – Palavras de Fogo


15 set

 

3ª FLII_Palavras de fogo

 

A 3ª EDIÇÃO do Festival Literário Internacional do Interior – FLII Palavras de Fogo, em homenagem às vítimas dos incêndios florestais em Portugal, já tem sua programação definida.

Sob a égide do lema “A arte e a cultura como reanimadores de uma região e de um povo”. participam grandes nomes da literatura e do mundo do livro em nível mundial.

Trata-se de um evento intermunicipal, daí o seu caráter inovador, que decorrerá em 11 concelhos da região afetados pelos fogos, com o objetivo de levar os livros e os escritores aos sítios mais inusitados e imprevisíveis, como fábricas, campos, praias, igrejas, mercados, romarias, locais onde as pessoas trabalham e convivem.

Ou seja, os livros vão ao encontro dos públicos porque também eles têm saudades.

Esta edição é dedicada a Maria de Lourdes Pintasilgo e ao nonagésimo aniversário do seu nascimento, bem como a Fernando Namora e ao centenário do seu nascimento.

Com o tema transversal “Cuidar o Futuro”, e porque este é um festival de causas, pretende-se abordar questões candentes para o devir do mundo, desde logo a emergência ambiental.

Wagner Merije é um dos convidados e na ocasião apresentará os livros mais recentes, como Psyché e Hamlet vão para Hodiohill, O Cotovelo Kovid, Propostas novas para novos mundos, entre outros.

 

9 de Outubro, 6ª feira

15.00 – Biblioteca Municipal Miguel Torga – Arganil

«Ouviremos o protesto donde quer que venha, e no coro das aspirações dissonantes e por vezes antagónicas prestaremos atenção ao silêncio dos que na sociedade permanecem sem voz.

Maria de Lourdes Pintasilgo

Painel – Rita Martins, Wagner Menije

Moderadora – Ana Filomena Amaral

 

18.00 – Loja do Sr. Falcão – Miranda do Corvo

“De cada vez que um leitor recebe a mensagem , a obra , na sua polivalência , é recriada de um modo e num sentido diferente.”

Fernando Namora

Painel: Maurício Vieira, Wagner Merije, Casimiro Simões, Gisela Casimiro

Moderador – Leonardo Simões

 

21h30 – Museu da Presidência – Casa Pimentel – Castanheira de Pera

A luta que travamos é contra o tempo  empurrá-lo, como diz o poeta, ao encon- tro das cidades futuras…”

Painel  Wagner Merije, Rita Martins, Paula Breia

Moderador - Vasco Correia

 

 

10 de outubro – Biblioteca Municipal – Figueiró dos Vinhos

“Os meus livros representam quase um itinerário de geografia humana, por mim percorrido; as andanças do homem explicam as do escritor”

Fernando Namora

15:00 – Maria Graça Melo, Mabel Cavalcanti, Wagner Merije

Moderador – Deolinda Campos

 

 

 

 FLII_Palavras de fogo_Arganil

 

 

Confira a programação completa aqui: 3ª FLII-Palavras de Fogo_Miolo_Livro_Festival_ (1)

 

Acompanhe também as atividades associadas ao evento nos websites a seguir:

www.arte-via.org

www.litfestwordsoffire.com

www.literaryfestivals.eu

www.festivaisdalusofonia.com

www.palavrasdefogo.pt

Blimunda_Ignácio de Loyola Brandão por Wagner Merije


29 ago

Blimunda 97_capa

Blimunda #97, julho/agosto de 2020

Este número duplo da revista Blimunda, revista da Fundação José Saramago, referente aos meses de julho e agosto de 2020, tem os seguintes destaques: O que devemos a Angela Davis, um texto de Sara Figueiredo Costa a propósito da publicação em Portugal do livro A Liberdade É Uma Luta Constante; uma entrevista a Ignácio de Loyola Brandão conduzida pelo jornalista e pesquisador Wagner MerijeEra uma vez, crônica da jornalista e escritora mexicana Sandra Lorenzano; um artigo, assinado por Andreia Brites, sobre os 10 anos de Liliput, rubrica dedicada à literatura infantojuvenil que a jornalista Sandy Gageiro mantêm na rádio Antena 2; Somos seres amputados, uma intervenção pública de José Saramago que teve lugar em Porto Alegre em 1999.

Descarregar/Download gratuito: Blimunda-97-julho-e-agosto-de-2020

No site da Fundação José Saramago

Ler no Scribd