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VAMOS CONVERSAR com António Carlos Cortez


26 abr

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VAMOS CONVERSAR é uma série de conversas com personalidades da literatura.
O projeto visa estimular reflexões sobre a cultura e a educação com o objetivo de potencializar novos fluxos de interação e criação nesta tão importante e admirada cidade.

Esta iniciativa busca fazer desses encontros ágoras de troca de ideias entre os convidados e o público, de modo que todos sintam-se acolhidos e valorizados, e que o debate gere conhecimento e transformação.

Trata-se de uma realização do Centro Cultural Penedo da Saudade e coorganização da Aquarela Brasileira Multimedia.

Com as limitações de contato social devido à pandemia, a conversa com António Carlos Cortez, poeta, ensaísta e professor, foi transmitida em direto pelo facebook do Centro Cultural, no dia 25/04/2021.

Sobre o CCPS
Inaugurado em 18 de janeiro de 2019 e integrado no projeto cultural do Instituto Politécnico de Coimbra, o Centro Cultural Penedo da Saudade tem como objetivo primordial contribuir para o enriquecimento cultural da comunidade deste Instituto numa complementaridade do que é já a produção cultural das suas unidades orgânicas. Também visa promover a partilha de eventos culturais e artísticos em Coimbra, quer através do reforço da divulgação quer, mesmo, através de intercâmbios. Encontra-o na zona do Penedo da Saudade, com uma bela vista da cidade.

Sobre o convidado
António Carlos Cortez nasceu em Lisboa, em 1976. Poeta, ensaísta e crítico literário, colaborador permanente de diversas publicações (Jornal de Letras, Público e de revistas da especialidade, como a Colóquio-Letras, da Fundação Calouste Gulbenkian, e a Relâmpago, da Fundação Luís Miguel Nava, entre outras), é professor de Português e Literatura. É investigador do CEHUM – Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Minho. Publicou o seu primeiro livro de poesia em 1999. Recebeu em 2011, com Depois de Dezembro (Licorne), o Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores para melhor livro de poesia publicado em Portugal em 2010. Na sua obra destacam-se os seguintes livros: O Nome Negro (2013), Animais Feridos (2016) e a antologia A Dor Concreta (2016), vencedora do Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes da Associação Portuguesa de Escritores em 2018. É ainda autor de Voltar a Ler, compilação de ensaios e crítica literária, e de Poética com Dicção – 16 Poetas Brasileiros para ler hoje, publicado no Rio de Janeiro e em Lisboa, na editora gato bravo. Tem obras publicadas no México e no Brasil e está incluído em várias antologias de poesia em Portugal e no estrangeiro. Com o livro Jaguar (Dom Quixote, 2019) venceu o Prémio Literário Ruy Belo de 2020. Seus lançamentos mais recentes são os livros Crítica Crônica (Guerra e Paz, 2021) e Skin Deep (Húmus, 2021). Foi consultor do Plano Nacional de Leitura (2010-2016) e atualmente é consultor do Plano Nacional das Artes. É membro da direção do PEN Clube Português e conselheiro para a leitura do Clube UNESCO. Ainda neste ano, serão publicados três livros: o primeiro romance, Um Dia Lusíada (a sair na Caminho), a reunião da sua obra de poesia (1996-2021), intitulada Novos Demônios Antigos Ritos (pela Imprensa Nacional) e Diamante (poesia, com chancela da Dom Quixote).

Sobre o mediador
Wagner Merije é jornalista, escritor, gestor cultural e criador multimedia envolvido com projetos ligados à cultura, educação, meio ambiente e cidadania em países como Brasil, Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Itália e Estados Unidos. É investigador na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Como jornalista, passou por redes de TVs, rádios, jornais, revistas e sites no Brasil, Inglaterra e Portugal. Como autor tem nove livros publicados, de ficção, não ficção, e dezenas de outros como editor, incluindo obras de Fernando Pessoa, Luís Vaz de Camões, Florbela Espanca, Camilo Pessanha, João José Cochofel, entre outros.

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