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José Saramago 20 Anos com o Prémio Nobel


10 jul

José Saramago 20 Anos com o Prémio Nobel_capa

Publicado pela Imprensa da Universidade de Coimbra o livro eletrónico “José Saramago: 20 Anos com o Prémio Nobel”, que reúne as comunicações apresentadas por ocasião do congresso com o mesmo nome.
MEU ARTIGO começa na página 789.
Realizado a 8, 9 e 10 de outubro de 2018, o congresso (o maior que alguma vez se fez sobre Saramago) permitiu atualizar e debater conhecimentos sobre praticamente todos os aspetos da vasta e multifacetada obra do escritor: os seus romances e os grandes temas que neles estão representados, as personagens e os seus modos de existência, a poesia e o teatro, a cronística e as adaptações da ficção a outras artes. No total, foram cerca de cinco dezenas de comunicações, da autoria de participantes oriundos de vários países, com destaque para Portugal e para o Brasil. São essas comunicações que agora se publicam, com acesso livre.

Para fazer o download, acesse um dos links abaixo:

http://monographs.uc.pt/iuc/catalog/book/57?fbclid=IwAR0RCKvHY0fwirXpBD67VH4_GK38q7WdPzlqP-Zp6fD7sJAtJdujv0JIr7g

José Saramago_20 anos com o Prémio Nobel_e-book

Belo Horizonte na literatura do seu passado


08 dez
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Letícia Malard é professora emérita da Universidade Federal de Minas Gerais. Entre seus livros destacam-se Literatura e dissidência política (ensaios) e Divina dama (romance).
 
No artigo “Belo Horizonte na literatura do seu passado” ela cita um poema de Wagner Merije (Poema para Belo Horizonte, do livro Viagem a Minas Gerais, de 2013) E na companhia deste poeta menor estão nomes de grande valor,Belo Horizonte na literatura do seu passado – Caderno Pensar do Jornal Estado de Minas como Pedro Nava, Avelino Fóscolo, Carlos Drummond de Andrade, Henriqueta Lisboa, Cely Vilhena, Ardel Delly, Cyro dos Anjos, Eduardo Frieiro, Fernando Sabino, Rui Mourão.
 
4. Janelas da memória
Pedro Nava (1903-1984) publica em 1979 Beira-mar, memórias de sua época belo-horizontina. Muitos estranham o título, pois não temos mar. No entanto, é o poeta Wagner Merije que bem interpreta a questão, no Poema para Belo Horizonte, do livro Viagem a Minas Gerais (2013):“Não temosE a falta nos faz muita faltaComo o mar!Oh palavra mágica e irmã do horizonte!!!”

 Vale a pena a leitura, é um primor.