Nem desconfia

12 out

Todo o poeta quando preso
é um refugiado livre no universo
de cada coração
na rua.
O chefe da polícia
de defesa da segurança do estado
sabe como se prende um suspeito
mas quanto ao resto
não sabe nada.
E nem desconfia.

Um poema de José Craveirinha

José Craveirinha, por Fabiana Miraz de Freitas Grecco

José Craveirinha, por Fabiana Miraz de Freitas Grecco

A mandinga de bons sons, Merije no Bamba Jam

04 out

A mandinga de bons sons
De segunda a sexta-feira, Jai Mahal apresenta o Bamba Jam, programa com linguagem única e seleção musical diversificada, misturando o samba, o funk, o reggae, o rock, os ritmos que formam a miscelânea da música brasileira.
Ao vivo na Rádio Cultura AM 1200
Além da programação musical, todas as quartas-feiras Mahal convida artistas de diferentes linguagens musicais para falar um pouco de suas carreiras, influências, divulgar um novo trabalho e ainda escolher as músicas do programa.
Neste programa o convidado é o multimídia, suprasensorial, criador eclético e bamba Wagner Merije, que apresenta composições próprias, faixas que criou e produziu para outros artistas (como Raul de Souza, Marku Ribas, entre outros), fala de seus lançamentos (CDs, DVDs, livros), recita poemas e analisa a cena cultural brasileira.
O programa já contou com a presença de outros grandes artistas como Claudio Zoli, Falcão, Osvaldinho da Cuíca, Germano Mathias, Anelis Assumpção, O Terno, Cachorro Grande, O Teatro Mágico, Bocato, André Christovam, Matoli (Clube do Balanço), Max B.O., Duofel, Rafael Castro e muitos outros.

Sobre o apresentador:
O músico e radialista Jai Mahal, um dos responsáveis por trazer o reggae para o Brasil, começou sua carreira radiofônica apresentando o programa Reggae Raiz, com China Kane, na Rádio Brasil 2000 nos anos 1980.
Em 2005, Mahal chegou à Rádio Cultura Brasil e desde então apresenta os programas Bamba Jam e Reggae de Bamba.
Paralelamente a seu trabalho de radialista, o músico está à frente da banda de reggae Jai Mahal e Os Pacíficos da Ilha. Em 2014, lançou seu segundo álbum autoral, Invísivelman, produção de Gerson da Conceição e Mahal, com as participações especiais de artistas como Arnaldo Antunes, Lúcio Maia, Osvaldinho da Cuíca, Isaar e Luciana Simões.

Ficha:
De segunda a sexta, às 18h
Apresentação: Jai Mahal
Produção: Vinicius Calixto

Merije em La Garçonnière

17 set

O poeta Wagner Merije participou do evento La Garçonnière apresentando seus poemas.
Foi no dia 16/09/2017, no Estúdio Lâmina, no centro de São Paulo.

 Wagner Merije_La Garçonnière_16:09:2017_Estúdio Lâmina1
Wagner Merije_La Garçonnière_16:09:2017_Estúdio Lâmina2
História
1917:
Rua Líbero Badaró, 67, no 3º andar, sala 2: endereço onde Oswald de Andrade (1890-1954) manteve, entre 1917 e 1918, no Centro de São Paulo sua Garçonière (quase 100 anos depois de alterações, o número atual é 452). Com algumas telas de Di Cavalcanti e Anita Malfatti nas paredes, o espaço era ponto de encontro entre seus amigos e sua amante, Maria de Lourdes Pontes, uma estudante de 16 anos, do Colégio Caetano de Campos, chamada por Oswald de Miss Cyclone. O fato de ir sozinha à Garçonière regularmente, sendo uma adolescente, fascinava os que mais frequentavam aquela Garçonière: Mário de Andrade, Guilherme de Almeida, Ribeiro Couto, Di Cavalcanti, Monteiro Lobato, Menotti del Picchia, entre outros. No “covil da rua Líbero” (como a Garçonière era chamada pelo autor de Memórias Sentimentais de João Miramar), entre muita discussão, brigas, amores e manuscritos pelo chão, ao som de uma Grafonola Columbia e poucos discos, aconteceu o grande ensaio do que seria a Semana de Arte Moderna de 1922. Parte do que fizeram foi contado num livro de registro de impressões: O Perfeito Cozinheiro das Almas deste Mundo, batizado por Pedro Rodrigues de Almeida, um dos habitués. Relatório de surrealidades, o livro-caixa-de-surpresas (apelidado anos depois por Haroldo de Campos), totalizou 203 páginas preenchidas com ditos e desditos, trocadilhos, piadas, desenhos, recortes, caricaturas, poemas, quase-poemas e uma “troca de correspondências” entre os frequentadores da Garçonière, que usavam apelidos: Oswald era Garoa e Miramar; Deisi era Miss Cyclone, Miss Tufão, Miss Terremoto, Tufãozinho ou Gracia Lohe; Pedro Rodrigues de Almeida era João de Barros); Monteiro Lobato era Frei Lupus Ancilóstomo, Conselheiro Acácio, Chico das Moças, Lobe, Rowita, Constante Leitor, Cuscus, Tutu Lambari e Zé Catarro; Menotti del Picchia era Paulo; o poeta Guilherme de Almeida era Guy e o desenhista Ignácio da Costa Ferreira era Ferrignac, Ventania e Jeroly. Os frequentadores do retiro oswaldiano anteciparam a era modernista, inaugurado naquele livro-objeto, “o cardápio perfeito para o banquete da vida”, como escreveu Guilherme de Almeida. A Garçonière não existiria sem o livro de registro, assim como não existiria sem Oswald. Nas folhas do livro-caixa-objeto, Oswald compôs o primeiro esboço do seu romance “Memórias Sentimentais de João Miramar”, publicado em 1924, a mais experimental obra da literatura modernista. Como todos os transformadores, Oswald de Andrade fundiu vivência e obra na experiência literária: arte & fraternidade. A grande obra é vida.

2016:
Avenida São João, 108, quarto andar, esquina com a Rua Líbero Badaró, num prédio muito parecido ao da Garçonière oswaldiana, o Escultor Social e Curador Luciano CortaRuas e o Editor e Poeta Vanderley Mendonça inauguraram uma Garçonière (exatos cem anos depois da inauguração do Cabaret Voltaire, em Zurique) e apenas a cem metros de onde funcionou a de Oswald de Andrade, entre 1917 e 1918.
A Garçonière do século XXI, que tem um leve tempero Dadá, abriga amigos, poetas, escritores, artistas e convidados numa das salas do Estúdio Lâmina (galeria e ateliê que reúne artistas residentes de várias partes do Brasil e estrangeiros). Com o mesmo espírito modernista de paradoxo, fraternidade, arte & vida, os organizadores abrem as portas ao público uma vez por mês.

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LA GARÇONIÈRE, 13a. edição.
Curadoria de Luciano CortaRuas e Vanderley Mendonça

ARS POETICA
Claudio Willer
Wagner Merije
Jessyca Pacheco
Cide Piquet
Grace Kelli Perreira
Elisa Andrade Buzzo
Vanderley Mendonça
Luciano CortaRuasMÚSICA :
ABC LoveLIVROS:
Ed. Editora Benfazeja:
Gravuras Japonesas/Japanese Prints, de John Gould Fletcher (tradução Anderson Lucarezi e Lucas Zaparolli de Agustini,Selo Demônio Negro:
* Cântico de Orge, de Bertolt Brecht (Trad. Matheus Guménin Barreto)
*Dito ao Anoitecer, de Ingeborg Bachmann (Trad. Matheus Guménin Barreto)

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Sábado, 16 de setembro, das 20 h às 24 h
Estúdio Lâmina
Avenida São João, 108 – 4o. andar – São Paulo, SP
(Esq. Rua Líbero Badaró)
Entrada: R$ 15,00

Fotos: Grace Kelli Pereira

“São Paulo em palavras” no “Olhar TVT”

26 ago

Programa “Olhar TVT” sobre o livro “São Paulo em palavras”, que conta com 26 autores, e apresenta um saboroso documento literário atual e riquíssimo sobre a maior e mais controversa cidade do país.

Exibido em 25/08/2017 pela TVT

Wagner Merije é o organizador da obra, editor e participa como autor.

Saiba mais sobre o livro aqui

 

 

Astros e Estrelas no Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais

11 ago

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais e a Casa do Jornalista, situados no Centro de Belo Horizonte, em um endereço histórico das lutas da categoria, receberam no dia 10/08/2017 o lançamento do livro”Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres”, de Wagner Merije, editado pela Aquarela Brasileira Livros.

Jornalistas de várias gerações, estudantes e amigos compareceram para dar um abraço no autor e confraternizar.

O silêncio dos inocentes

26 jul

Max Ernst_The Antipope

 

É comovente

o silêncio dos inocentes

é apavorante

é deprimente

é significante

é diferente

Não é

o que eu esperava dessa gente

Fingem de mortos

com os olhos abertos

Oh silêncio dos inocentes!

Estão mortos?

Corações apertados nos peitos

sentados diante de meio copo, meio corpo

calados, amorfos, garfos tortos

nem se enxergam direito

Já perguntam: de onde vem esses ecos sombrios?

O silêncio dos inocentes

fantasmas em seu próprio ninho

mudos em um mundo tão pequenino

surdos e famintos

cegos e sozinhos

inocentes

até que se prove o contrário

 (um poema de Wagner Merije, em construção)

Arte: Max Ernst_The Antipope

Torpedos – Curso no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc

07 jun

O curso foi um sucesso! De criações, descobertas, trocas, e muitos exercícios práticos, como escrever a mão e no celular de olhos fechados.
Confira algumas imagens

Torpedos_Curso CPF_17:05 a 07:06:17_1

Torpedos_Curso CPF_17:05 a 07:06:17_2

TORPEDOS – Literatura na Ponta dos Dedos

Local: Centro de Pesquisa e Formação – Sesc São Paulo

Endereço: Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – 4º andar – Bela Vista – São Paulo (esquina com Av. 9 de Julho)

Dias e horários: Quartas, das 14h30 às 17h30

Data: 17/05/2017 a 07/06/2017

As inscrições podem ser feitas no site do Centro de Pesquisa e Formação ou nas Unidades do Sesc em São Paulo.

Acesso o link para as inscrições aqui: http://centrodepesquisaeformacao.sescsp.org.br/atividade/torpedos-literatura-na-ponta-dos-dedos

Sinopse
A proposta do curso “TORPEDOS – Literatura na Ponta dos Dedos”, é criar com poucos caracteres. É uma atividade de estímulo à escrita usando todas as ferramentas disponíveis à mão, especialmente os aparelhos celulares. Arte 2.0
Escrever para ler em um toque, em um clique, em um piscar de dedos. Soltar o verbo, deixar a literatura fácil. “Com poucos caracteres se escreve o que é preciso. Palavra de Narciso.”
Trata-se de uma oficina de criação que trabalha a linguagem da literatura para os dias de hoje, de síntese e conectividade. Os participantes se exercitarão na criação de poemas, mini-contos e até romances visando o compartilhamento online (via celular e internet) e também a publicação em livro e e-book, com informações sobre gêneros, estilos, tendências, mercado editorial, direitos autorais e outros.

Objetivos
– Estimular e promover a paixão pela literatura;
– Ajudar aspirantes a escritores , estudantes, professores e todos aqueles que amam a literatura a desenvolverem seus talentos com criatividade;
– Valorizar o ofício do escritor;
– Estimular a leitura;
– Formar escritores e leitores;
– Estimular a apropriação criativa dos aparelhos celulares;
– Facilitar a compreensão e o entendimento por parte de educadores e estudantes das possibilidades multimídia dos aparelhos celulares para produção de conteúdo cultural;
– Incentivar o intercâmbio de escritores, estudantes, educadores e participantes e a troca de experiências;
– Estimular os participantes a desenvolver habilidades e capacidades tais como interpretação, síntese, criticidade, análise, além do interesse pela pesquisa e pela construção de linguagens artísticas.

Metodologia
Através de exercícios de criação individual e coletiva, os participantes são convidados a se apropriarem dos seus celulares (e outros recursos à mão) de forma criativa para criar poemas, mini-contos pequenas narrativas, fotos, videos e peças de áudio inspiradas na literatura.
A oficina parte de vivências práticas, com exercícios de escrita, interpretação, captação, gravação, edição e compartilhamento de textos, fotos, vídeos e áudio, que dialogam com a teoria.
Os participantes trabalham juntos na elaboração e finalização de trabalhos com o celular e outras TICs.
No final, ocorre socialização dos trabalhos elaborados em um sarau.

Público participante

Aspirantes a escritores , estudantes, professores e todos aqueles que amam a literatura
– Jovens, adultos, terceira idade
– Estudantes
– Educadores
– Outros interessados

Conteúdo programático
Aula 1:
Construir conhecimento
Criar com o celular – Tema: livre
Escrever de olhos fechados
Compartilhar com a própria rede

Aula 2:
Criar com o celular – Temas (lista)
Desafios e oportunidades para a literatura no mobile
Compartilhar com a própria rede e a rede da oficina

Aula 3:
Territórios da palavra (Mobile, papel, intervenções urbanas, música etc)
Criar com o celular – Tema: Narrativas de nossas vidas
Compartilhar com várias redes / várias ferramentas

Aula 4:
Avaliar os processos de criação
Avaliar os processos de compartilhamento
Sarau

Tópicos Tranversais
* O que é um (bom) texto literário em um mundo mobile
* Gêneros, Estilos, Estética
* O Escritor e o Leitor: Para quem você escreve?
* Técnicas de Escritas:
– Escrevendo narrativas curtas – subtexto, concisão e efeito
– Escrevendo poesias – figuras de linguagem, versos, sons e ritmos
– Escrevendo narrativas longas – encadeamento, planejamento
* Planejando uma boa história:
– Construindo o universo ficcional
– A personagem de ficção
– O diálogo e a linguagem na literatura
– O narrador
* A ambientação da narrativa
Criando Cenas e Cenários
* O mercado editorial – Direitos Autorais, Contratos, Registros
* Feiras, Salões e Bienais
* Concursos e Prêmios Literários
* Produção gráfica:
– tamanhos de livros (capa e miolo)
– papéis e gramaturas
– cores
– acabamentos
– arquivos digitais
– orçamentos
* Divulgação:
– release
– meios de divulgação
– lançamentos
* Tópicos de Língua Portuguesa

Obs.: Todas as aulas contam com exercícios práticos de escrita e compartilhamento

Referências bibliográficas

– Mobimento – Educação e Comunicação Mobile, de Wagner Merije
– Torpedos, de Wagner Merije
– O Prazer do Texto, de Roland Barthes
– Criação Literária, da ideia ao texto, José Carlos Laitano
– Cartas a um jovem escritor, de Mario Vargas Llosa
– A arte da ficção, de David Lodge
– Seis propostas para o próximo milênio, de Ítalo Calvino
– Valise de Cronópios, de Julio Cortázar
– Poética, de Aristóteles
– O laboratório do escritor, de Ricardo Piglia
– Palavra por palavra, de Anne Lamott
– Guia Prático do Português Correto, de Claudio Moreno
– Perca o medo de escrever, de Inez Sautchuk
– A arte do romance, de Milan Kundera
– Best-seller: a literatura de mercado, de Muniz Sodré
– A arte da poesia, de Ezra Pound
– Cartas a um jovem poeta, de Rainer Maria Rilke

Proponente

Wagner Merije é escritor, jornalista, curador, gestor cultural e arte-educador, pioneiro no Brasil no uso do celular na educação e cultura. Criou e coordena o projeto MVMob – Minha Vida Mobile, que já capacitou mais de 3.000 estudantes e educadores em mais de 150 municípios brasileiros para a produção de conteúdos audiovisuais utilizando aparelhos celulares. Por esse trabalho foi agraciado com o “Prêmio Inovação Educativa” pela Fundação Telefônica e OEI (Organização dos Estados Ibero-Americanos) em 2011. Publicou os livros Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres (2017), Cidade em transe (2015), Viagem a Minas Gerais (2013), Torpedos (2012), Mobimento – Educação e Comunicação Mobile (2012) – finalista do Prêmio Jabuti 2013 – e Turnê do Encantamento (2009), dentre outras publicações. É coordenador editorial da Aquarela Brasileira Livros. Foi curador do Sarau do Memorial, em Belo Horizonte/MG, durante os anos de 2013 a 2015, apresentando mais de 50 poetas. Trabalhou para jornais, revistas, tvs e rádios no Brasil e no exterior. Tem músicas em discos, filmes, séries e programas de TV. Recebeu também os prêmios Sesc Sated (2003), Prêmio Tim da Música Brasileira (2005), Rumos Itaú Cultural (2008), Prêmio da Música Brasileira (2013). Em 2014 foi homenageado pelo Salão Nacional de Poesia Psiu Poético. Mantém o site www.merije.com.br

Mais informações: faleaquarela@gmail.com

Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres

22 mai

CAPA 3d

4a CAPA 3d

ASTROS E ESTRELAS – Memórias de um jovem jornalista em Londres, novo título da Aquarela Brasileira Livros, apresenta 16 histórias incríveis tendo a capital da Inglaterra como cenário

Lançamentos ocorrem em universidades no segundo semestre, em vários estados, com a presença do autor

 

Há quem veja o Jornalismo como uma arte realista. Assim sendo, um Jornalista Cultural Internacional convive em dois mundos, no real e no da fantasia. Afinal, suas fontes são astros e estrelas das artes e do entretenimento mundial. A arte do Jornalista Cultural é um convite a entrar na intimidade e no pensamento de quem mexe com a imaginação de milhões de pessoas ao redor do planeta.

O jornalista cultural Wagner Merije teve a oportunidade de conhecer e conversar com artistas de ponta, protagonistas de obras e momentos que entraram para história. Esses encontros geraram uma série de reportagens publicadas na Folha de São Paulo, no Caderno Ilustrada.

Reunidas agora em livro, formam uma obra que emociona pela sensibilidade da prosa de Wagner Merije e pelo olhar investigativo que o jornalista retrata seus personagens – como a buscar desvendar a mágica que há por trás do show e da notícia.

O livro Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres reúne uma seleção de 16 histórias, recheadas de novos dados e detalhes de bastidores que as tornam saborosas e divertidas. O leitor vai junto com o jornalista ao encontro de astros e estrelas internacionais do cinema, da música, do teatro, das artes plásticas e da performance e, em meio a criações e bate-papos memoráveis, há um convite especial para passear pela cidade de Londres, sempre encantadora e vibrante.

Como destaca o jornalista e escritor Dennis de Oliveira, Doutor em Ciências da Comunicação pela USP, chefe do Departamento de Jornalismo e Editoração (CJE) da Escola de Comunicações e Artes da USP,  “Quem leu as reportagens de Merije na Folha de S. Paulo ficou com um gostinho de que faltava alguma coisa – mas não para ter certeza e sim para mergulhar mais fundo. Pois o texto jornalístico é antes de tudo, construído com o fluir sobre os acontecimentos. E lê-los é uma fruição.” Dennis, que é professor do curso de Jornalismo e dos programas de Pós Graduação em Integração da América Latina (Prolam) e Mudança Social e Participação Política (Promuspp), todos da USP,  segue no prefácio do livro: “Os “making of” das reportagens de Merije neste livro nos possibilitam nadar nus nas ruas de Londres e continuar aquecidos. O lugar da ética protestante teve o espírito do capitalismo desencarnado pelas falas do nosso arte-jornalista. Que viagem deliciosa!”

 

LITERATURA & VIAGEM

Gabriel Garcia Márquez dizia que “o jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade…”. Já Marguerite Duras escreveu que “os jornalistas são os trabalhadores manuais, os operários da palavra. O jornalismo só pode ser literatura quando é apaixonado”.

Livros e viagens têm tudo a ver. inclusive, existe um gênero literário que trata somente de viagens, a literatura odepórica, que nada mais é que uma narrativa acerca das experiências, descobertas e reflexões de um viajante. Além disso, se você parar para pensar, os livros são excelentes companheiros de viagens.

Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres é um livro para quem gosta de viajar, para quem gosta de literatura de viagem, com informações e dicas interessantes para estudantes e profissionais das Comunicações, da Cultura, das Artes e do Entretenimento. Um compêndio sobre a Arte do Jornalismo e a Arte do viver com arte.

“Wagner Merije é uma daquelas pessoas que eu chamo de human in progress. Quando você pensa que ele terminou uma coisa, já começou outro (ou outros) projeto e a gente fica meio no ar nesse universo suprasensorial que ele reinventa incessantemente. E cá entre nós, com que gás!”, comenta Erika Balbino, diretora da empresa Baobá Comunicação, Cultura e Conteúdo e escritora, formada em cinema e roteiro pela FAAP – Fundação Armando Álvares Penteado, no posfácio.

O novo lançamento da Aquarela Brasileira Livros, uma editora jovem e apaixonada por livros e histórias, é um trabalho comprometido com a formação de jovens leitores, aproximando-os da literatura de viagem e aventura, resgatando as tradições clássicas sob uma nova e atual perspectiva. É mais uma prova da força do trabalho do autor. E uma demonstração de que a reportagem é uma arte literária também.

 

SOBRE O AUTOR

Wagner Merije é jornalista formado pela PUC-MG. Trabalhou para veículos no Brasil (Revista Palavra, Rede Minas, TV Horizonte, TV Senac, O Tempo, Vivo Music Tones, Rádio Inconfidência, Savassi FM) e no exterior (Folha de São Paulo/Cadernos Ilustrada e Turismo, Euro Brasil Press, em Londres). Tem passagem por assessorias de imprensa e produtoras culturais, foi intérprete de artistas e é colaborar de revistas, jornais e sites. Entre os livros que lançou estão Mexidinho (2017), Cidade em transe (2015), Viagem a Minas Gerais (2013), Torpedos (2012), Mobimento – Educação e Comunicação Mobile (2012) – finalista do Prêmio Jabuti 2013, e Turnê do Encantamento (2009), lançados em alguns dos principais eventos literários do país. Sua escrita também está em antologias e em outras mídias. Tem músicas em discos, filmes, séries e programas de TV. É curador e diretor audiovisual. Recebeu os prêmios Sesc Sated (2003), Prêmio Tim da Música Brasileira (2005), Rumos Itaú Cultural (2008), Inovação Educativa Fundação Telefônica – OEI (2011), Prêmio da Música Brasileira (2013)­­­­. Mantém o site www.merije.com.br

SERVIÇO
Título: Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres
Autor: Wagner Merije
Editora: Aquarela Brasileira Livros
Gênero: Jornalismo. Reportagem. Cultura. Arte. Música. Cinema Título.
Formato: 14×21 cm
Número de páginas: 152
ISBN: 978-85-92552-04-6
Prefácio: Dennis de Oliveira (USP)
Posfácio: Erika Balbino (FAAP/USP)
Preço: R$ 35,00
Encomendas: faleaquarela@gmail.com
Site: www.aquarelabrasileira.com.br/astros-e-estrelas-memorias-de-um-jovem-jornalista-em-londres

 

Aquarela Brasileira Livros
Livros são Incríveis! A gente ama!

Aquarela Brasileira Livros é uma editora contemporânea, criativa e ousada. Trabalhamos com autores que amam escrever e também com quem tem histórias incríveis para contar.

www.aquarelabrasileira.com.br/aquarela-brasileira-livros

www.facebook.com/aquarelabrasileira

faleaquarela@gmail.com

Mexidinho

08 mai

Mexidinho_capa 3d

Mexidinho é um livro da Coleção Leve um Livro.
Recebi em 2015 um convite dos criadores da coleção, Ana Elisa Ribeiro e Bruno Brum, para apresentar uma seleção de poemas. E agora essa seleção de versos retirados dos livros “Viagem a Minas Gerais” (2012), “Turnê do Encantamento” (2009) e “Torpedos” (2011) virou esse belo livrinho de 16 páginas, com tiragem de 2.500 exemplares, distribuídos gratuitamente em 22 pontos da cidade de Belo Horizonte.
A arte da capa é da Tatiana Perdigão.

Mexidinho é o livro do mês. E Wagner Merije o poeta do mês. Maio/2017

Mexidinho_Leve um livro_livro do mêsMexidinho_Wagner Merije_Poeta do mês

 

 

Mexidinho_com café Mexidinho_na ampulheta

Um poema:

Obra-prima
Quando a palavra encontra rima
uma estrofe pode virar obra-prima

Se você não topou com o livro por aí, pode saboreá-lo fazendo o download aqui

 

Conheça os outros livros e poetas participantes no site www.leveumlivro.com.br

Viagem a Minas Musical

15 abr

Sinopse
Viagem a Minas Musical é uma apresentação poética-musical-cênica que leva o público em uma deliciosa viagem pelo estado de Minas Gerais, rico em tradições culturais, paisagens, sabores e prosa.
O roteiro é estruturado a partir de poemas do livro Viagem a Minas Gerais, de Wagner Merije (2013), entre outros, entrelaçado com canções de domínio público e de intérpretes e compositores como Clara Nunes, Milton Nascimento e o Clube da Esquina, Ary Barroso, Martinho da Vila, Caetano Veloso, Paulo Diniz, Wando e Ataulfo Alves.
O cenário recria uma cozinha de Minas, onde um poeta, uma cantora e um músico dão corda na prosa, na poesia e na música, enquanto vão apresentando parte da história de Minas e dos mineiros.
A proposta é que ao final da apresentação o público saia com a sensação de conhecer um pouquinho mais de Minas, mas com a certeza de que trata-se de um lugar incrível e ainda por ser descoberto por brasileiros e estrangeiros.
No elenco estão o poeta Wagner Merije, a cantora e atriz Tâmara David e o músico Matheus Nascimento.
A estreia ocorreu no Sesc Palladium, em Belo Horizonte.

 

Fotos: Henrique Chendes

Apresentação
Com pão de queijo e rapadura no embornal, venha se aventurar com uma trupe de poetas, músicos e atores nesse lugar povoado de sanfonas e sinfonias, outonos e outroras, aonde um mundo se funda, onde o Rio Jequitinhonha deságua no Mar de Espanha, levando o vaqueiro Riobaldo a bordo de um barquinho de papel.
É uma viagem para dentro do Brasil, como disse Fernanda Montenegro, citada por Caetano Veloso na gravação de A terceira margem do rio, com Milton Nascimento: ”Eu vou ao sul do Brasil e me sinto em um lugar relativamente estrangeiro. Vou a Salvador e me sinto em um lugar bastante estrangeiro… Porque no sul do país parece que fui pra Europa, na Bahia parece que eu fui pra África… Mas quando eu vou a Minas, sinto que fui para dentro do Brasil”, declarou a grande dama do teatro brasileiro.
Minas Gerais, com sua imensidão cultural e geográfica, vem historicamente seduzindo poetas, artistas e viajantes de todo o planeta. Guimarães Rosa junto com Manuelzão fez o caminho que originou o “Grande Sertão: Veredas”. Manoel Bandeira, visitando o estado, produziu o “Guia de Ouro Preto”. Mário de Andrade com Tarsila do Amaral, Oswald de Andrade e o suíço Blaise Cendrars, acompanhados de uma turma da Semana de Arte Moderna, andaram visitando as Gerais, linkando poetas mineiros com  o vasto mundo, oportunidade em que  conheceram Carlos Drummond de Andrade e seus amigos.
Minas é raiz, é tradição, é antiga, mas também moderna e pulsante, sem esquecer de tudo que o envolve o “ser mineiro”: ingênuo, hospitaleiro, desconfiado e feliz.
A inspiração vem dos espetáculos “Poeta, Moça e o Violão” (1973), com Vinícius de Moraes, Clara Nunes e Toquinho, e “Brasileiro, Profissão Esperança” (1974), de Paulo Pontes, interpretado em duas montagens diferentes por Paulo Gracindo e Clara Nunes, Ítalo Rossi e Maria Bethania.

 

Fotos: Daniel Quintela

 

Duração
90 minutos

 

 

Contatos para apresentações
Aquarela Brasileira
www.aquarelabrasileira.com.br
faleaquarela@gmail.com
(11) 99821-1330

Rede Social: www.facebook.com/viagemaminasmusical

 

Elenco
Wagner Merije é poeta, compositor, jornalista, roteirista, diretor e curador. Mineiro do mundo, tem trabalhos lançados no Brasil e no exterior e alguns prêmios no currículo. Publicou os livros Astros e Estrelas – Memórias de um jovem jornalista em Londres (2017), Cidade em transe (2015), Viagem a Minas Gerais (2013), Torpedos (2012), Mobimento – Educação e Comunicação Mobile (2012) – finalista do Prêmio Jabuti 2013, e Turnê do Encantamento (2009), lançados em alguns dos principais eventos literários do país. Sua escrita também está em antologias e em outras mídias. Trabalhou para jornais, revistas, TVs e rádios no Brasil e no exterior, tais como Folha de São Paulo/Ilustrada, O Tempo, TV Minas, TV Sesc, Rádio Inconfidência, dentre outros veículos. Criou e coordena o projeto MVMob – Minha Vida Mobile, que capacita estudantes e educadores para a apropriação criativa dos celulares. Tem músicas em discos, filmes, séries e programas de TV. Recebeu os prêmios Sesc Sated (2003), Prêmio Tim da Música Brasileira (2005), Rumos Itaú Cultural (2008), Inovação Educativa Fundação Telefônica – OEI (2011), Prêmio da Música Brasileira (2013)­­­­. Em 2014 foi homenageado pelo Salão Nacional de Poesia Psiu Poético. É de BH, já morou em Londres e desde 2005 habita SP. Mantém o site www.merije.com.br

Tâmara David é atriz, cantora e produtora cultural. Participou de diversos grupos como Teatro Negro e Atitude, Enxadário e Sambaê, onde iniciou o estudo da voz e da percussão através da pesquisa da música de domínio público, como o samba de roda do recôncavo baiano, afoxés, música popular e afro-brasileira. Mineira de Belo Horizonte, radicada em São Paulo, integrou o grupo Ilú Obá De Min de 2007 a 2016, e como coordenadora realizou junto ao grupo preparação vocal e estudo de que inclui cantigas em yorubá presentes na cultura dos terreiros de Candomblé. Também canta em grupos de música popular brasileira, como Prato Principal, Festa da Massa, Mbej-Lua de Encantarias, Samba Negras em Marcha e Tambores em Mim.

Matheus Nascimento começou estudar violão aos 7 anos de idade no sul de Minas, onde nasceu. Hoje, como 26, morando em São Paulo, participa de diversos grupos e acompanha sambistas da nova geração e também da velha guarda, como Zé Maria, Toinho Melodia, Ideval Anselmo, Carlão do Peruche, Embaixada do Samba , Wilson das Neves, entre outros. Dirige musicalmente o grupo Roberta Oliveira & O bando de Lá e participa dos projetos, Cantigas de Alem Mar, Prato Principal e Combo de Musica Brasileira Moacir Santos.

Ficha técnica
Roteiro e Direção: Wagner Merije
Assistente de Direção: Tâmara David
Identidade visual : Rômulo Garcias
Produção: Flavia Mafra
Gestão: Aquarela Brasileira

Viagem a Minas Gerais_ilustrações Rômulo Garcias

 

Ilustrações: Rômulo Garcias